Sobre cumprimentos

From the Wikipedia:

“As it is most commonly used, namastê is roughly equivalent to “greetings” or “good day,” in English, implicitly with the connotation “to be well”. As against shaking hands, kissing or embracing each other in other cultures, namastê is a non-contact form of respectful greeting and can be used universally while meeting a person of different gender, age or social status.

““The spirit in me respects the spirit in you” (sic), “the divinity in me bows to the divinity in you” (sic)  and others, are relatively modern interpretations.

“They are usually associated with western Yôga and New Age movements.”

O negrito e sublinhado são nossos para chamar a atenção ao fato de que essa interpretação é fantasiosa, inventada pelo Yôga OCIDENTAL e saladas mistas New Age.

Ou seja, estas interpretações mais modernas contêm a distorção de quem quis dar um sentido mais “esotérico” ao cumprimento banal, laico e leigo, que significa apenas:

bom dia, boa tarde ou boa noite para quem chega ou para quem parte”. E, como disse o texto da Wikipedia:  usado “quando encontra uma pessoa de diferente sexo, idade ou casta (social status)”.

O texto asima foi retirado do blog do DeRose ( http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/namaste/ ) o texto que segua abaixo foi retirado do livro Boas Maneiras no Yôga que tem uma versão recente com o nome de Método de boas meniras.

Há várias atitudes que servem
como cumprimento.

O mais simples dos cumprimentos é o sorriso. Muitas vezes, basta sorrir para as pessoas  e não é preciso dizer mais nada. Esse cumprimento é muito útil quando você está viajand por países cuja língua não domina, já que o sorriso é a língua universal.

O abraço é outra maneira, querida e informal, de cumprimentar. Gosto muito dessa opção.

O ósculo constitui cumprimento diferenciado, uma demonstração de afeto especial. O ósculo é o feito na face. Em alguns países ele é usado mesmo entre homens, o que constitui demonstração de sensibilidade e grande carinho. Por outro lado, nos últimos anos começou a se instalar uma tendência entre as pessoas mais sofisticadas: o uso do “selinho”. Ele consiste em aplicar um beijo nos lábios, suave e rápido, à guisa de
cumprimento  entre pessoas intimas.

Por enquanto, essa prática tem-se restringido a pessoas de sexo oposto. Este, como em qualquer outro cumprimento, precisa ser exercido com bom-senso e leitura de ambiente. Por exemplo, no aperto de mãos, o homem espera que a dama lhe estenda a mão; a pessoa mais jovem ou menos importante, espera que o mais velho ou mais importante lhe
estenda a mão. Por que isso? Para dar a liberdade à dama ou à pessoa de mais
hierarquia de apertar a sua mão se ela quiser, ou a de não fazê-lo.

O SwáSthya Yôgin só não deve dizer namastê. Essa é a apalavra que se usa na Índia para cumprimentar pessoas comuns, nas ruas, no comércio, nos aviões, em toda parte. Quem pratica Yôga não deve usar esse cumprimento. Ele não tem o significado místico e poético que lhe atribuem alguns autores, tais como o célebre “Deus em mim saúda Deus em ti”. Ao
contrário, trata-se de uma saudação muito banal e significa apenas: bom dia,
boa tarde, Boa noite.

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